A lamentável pancadaria entre atleticanos e cruzeirenses já nos acréscimos da decisão co Campeonato Mineiro, domingo, no Mineirão, não foi bem aceita pelos dirigentes do Atlético-MG, que informaram nesta segunda-feira “medidas internas” para evitar que o lamentável episódio se repita.
Sem revelar se algum jogador será punido financeiramente, o que deve acontecer, o clube alvinegro garante que sempre prega pelo “fair play” e vai cobrar mais respeito e espírito esportivo de seus atletas.
O jogo estava 1 a 0 para o Cruzeiro e, no último lance no Mineirão, após dividida entre Christian e Everson, o goleiro resolveu tirar satisfação com o meia e se ajoelhou sobre o rival, desencadeando uma pancadaria geral.
“O Clube Atlético Mineiro e seus atletas não corroboram com qualquer forma de violência no futebol. O clube reafirma seu compromisso com o respeito, com o fair play e com os valores que devem nortear o esporte. Internamente, daremos as tratativas necessárias para que situações como essa não se repitam”, afirmou o clube, em nota, nesta segunda-feira.
Everson foi atacado por muitos cruzeirenses após seu ataque de fúria e muitos companheiros saíram para defendê-lo com enorme violência, casos dos zagueiros Júnior Alonso e Lyanco, flagrados desferindo socos e voadoras e também sofrendo o revide dos cruzeirenses, além do atacante Hulk, que bateu e apanhou.
O árbitro paulista Matheus Vinícius Candançan expulsou 23 atletas no clássico, sendo 11 do Atlético-MG: Everson, seu reserva Gabriel Delfim, os laterais Preciado e Renan Lodi, os zagueiros Lyanco, Ruan Tressoldi e Junior Alonso, o volante Alan Franco e os atacantes Alan Minda, Cassierra e Hulk.


