A Secretaria de Saúde (SES-DF), por meio da Vigilância Sanitária, fiscalizará mais de 170 eventos de Carnaval que ocorrerão no Distrito Federal neste mês. A ação visa prevenir riscos à saúde pública e garantir a segurança alimentar de foliões e trabalhadores. Neste sábado (7), os agentes já acompanham o bloco Galo Cego, no Setor Bancário Sul (SBS), a partir das 14h.
No total, seis equipes de auditores de atividades urbanas irão verificar o comércio de alimentos e bebidas. Os agentes também irão vistoriar as estruturas dos postos médicos e das ambulâncias – considerando as rotas de fuga para os serviços de urgência e emergência – e a disponibilidade de banheiros químicos, de acordo com a quantidade de foliões.
Ações de vigilância
O trabalho de fiscalização voltado ao Carnaval começou antes das festividades, com o licenciamento dos blocos. Todos os eventos cadastrados, segundo a diretora de Vigilância Sanitária (Divisa), Márcia Olivé, precisam observar os critérios sanitários e procedimentos técnico-operacionais, conforme a Portaria nº 88, de 8 de março de 2024. “Durante todos os dias de folia, de 13 a 17, vamos estar presente com equipes nas ruas, 24 horas”, informa a gestora.
No âmbito das ações voltadas à promoção da saúde, a Vigilância Sanitária já está coletando e analisando amostras de bebidas e alimentos em estabelecimentos comerciais. A ação integra o monitoramento contínuo da diretoria junto ao Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen-DF).
Na próxima quarta-feira (12), a Vigilância Sanitária, em parceria com a Secretaria Executiva das Cidades (Secid-DF), fará um treinamento para vendedores ambulantes sobre boas práticas de manipulação alimentar. “Também daremos informações acerca do que pode ou não ser comercializado”, ressalta a diretora.
Produtos irregulares
As estratégias de vigilância buscam, principalmente, coibir a venda de produtos irregulares como cigarros eletrônicos e bebidas alcoólicas falsificadas, adulteradas e sem procedência. Produtos sem origem legal comprovada serão apreendidos.
Olivé lembra que a adulteração de bebidas com metanol ainda representa risco para a saúde. “Desconfie sempre e evite ingerir bebidas sem rótulo ou lacre de segurança”, aconselha.
Com informações da Secretaria de Saúde DF


