back to top
18.5 C
Brasília

As mais vistas
da Semana

Harry Styles: Venda de ingressos para shows do...

A venda de ingressos para os shows de Harry Styles no Brasil começa nesta segunda-feira, 26, com uma pré-venda restrita a um grupo específico...

Morre Constantino Júnior, fundador da Gol, aos 57...

Morreu na manhã deste sábado, 24, em São Paulo, o empresário Constantino de Oliveira Júnior, presidente do conselho de administração da Gol Linhas Aéreas...

Agências do trabalhador têm vagas com salários de...

As agências do trabalhador do Distrito Federal oferecem, nesta quinta-feira (22), 609 vagas para quem procura um emprego. As oportunidades contemplam candidatos de diferentes...

Final de semana brasiliense tem sessões de ‘O...

De lutas de MMA a oficinas de arte, passando por contação de histórias e sessões do filme O Agente Secreto, indicado ao Oscar quatro...

Governo e Assembleia de SC defendem lei que proíbe cotas raciais após Gilmar exigir explicações

O governo de Santa Catarina e a Assembleia Legislativa do Estado (Alesc) defenderam no Supremo Tribunal Federal (STF) a constitucionalidade da lei que proíbe a adoção de cotas raciais em universidades públicas estaduais e em instituições privadas que recebem recursos do governo catarinense.

As manifestações foram enviadas ao ministro Gilmar Mendes, relator das ações que questionam a norma, após o magistrado conceder prazo de 48 horas para que o Executivo e o Legislativo prestassem esclarecimentos sobre a lei, sancionada pelo governador Jorginho Mello (PL) no última quinta-feira, 22.

Nos documentos, os dois Poderes sustentam que a legislação não extingue políticas afirmativas, mas redefine os critérios adotados pelo Estado, priorizando parâmetros considerados objetivos, como renda, deficiência e origem em escola pública, em substituição a reservas de vagas baseadas exclusivamente em critérios raciais.

Jorginho de Mello, representado pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE-SC), afirma que a Constituição não impõe um modelo único de ação afirmativa e que a adoção de cotas raciais é constitucionalmente possível, mas não obrigatória. Segundo o governo, cabe aos Estados, no exercício da autonomia federativa, definir as políticas públicas mais adequadas à sua realidade social e educacional.

Na manifestação, o Executivo destaca o programa Universidade Gratuita, que financia cursos de graduação com base em critérios socioeconômicos. O governador ainda sustenta que a política atende majoritariamente estudantes de baixa renda, oriundos da rede pública e que conciliam trabalho e estudo.

Já a Alesc argumenta que a lei questionada se insere no âmbito da competência concorrente dos Estados para legislar sobre educação. Segundo a Assembleia, a norma não interfere na organização administrativa das universidades nem altera o regime jurídico de servidores públicos, afastando a alegação de vício formal de iniciativa.

O Legislativo também sustenta que não há violação à autonomia universitária. De acordo com a manifestação, a autonomia das universidades não é absoluta e deve ser exercida nos limites da lei, especialmente quando se trata de critérios de ingresso em instituições públicas de ensino superior, tema que envolve política educacional e distribuição de recursos públicos.

Tanto o governo quanto a Alesc pediram ao STF o indeferimento do pedido de suspensão imediata da lei. O Executivo alegou risco de insegurança jurídica caso a norma seja suspensa, enquanto a Assembleia afirmou que não estão presentes os requisitos para concessão de medida cautelar, como perigo na demora ou plausibilidade jurídica da tese apresentada pelos autores das ações.

A Alesc também informou ao Supremo que a eficácia da lei já se encontra suspensa por decisão do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, o que, segundo o Legislativo, afasta qualquer urgência para intervenção cautelar do STF neste momento.

A lei foi aprovada pela Assembleia Legislativa em dezembro de 2025 e sancionada no mês seguinte. O texto proíbe políticas de cotas raciais no sistema estadual de ensino superior e prevê sanções administrativas às instituições que descumprirem a norma, como multas e possibilidade de suspensão de repasses públicos. A legislação mantém exceções para pessoas com deficiência, critérios exclusivamente econômicos e estudantes oriundos de escolas públicas estaduais.

O Partido Socialismo e Liberdade (Psol), o Partido dos Trabalhadores (PT), entidades estudantis, organizações da sociedade civil e o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) acionaram o STF contra a lei. As ações foram ajuizadas com pedido de suspensão imediata da norma, sob o argumento de que ela viola direitos constitucionais e pode produzir efeitos imediatos sobre o acesso ao ensino superior.

Últimas Notícias

‘Estamos em ano eleitoral, subindo nas pesquisas’, diz deputado após receber PF em casa

O deputado Eduardo Velloso (União Brasil-AC) afirmou nesta quinta-feira,...

Saldo líquido de empregos em 2025 é de 1.279.498, pior da série, mostra Caged

O mercado de trabalho formal registrou um saldo positivo...

Corrida de Reis altera o trânsito de Brasília neste sábado (31)

Neste sábado (31), a partir das 13h, durante a...

Toffoli: após investigações do caso Master, será possível examinar remessa à 1ª instância

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli...

Nos sigaRedes Sociais

255,324FãsCurtir
0SeguidoresSeguir
128,657SeguidoresSeguir
97,058InscritosInscrever

NewsletterAssine

Fique Ligado

Decisão da Supercopa neste domingo (1º/2) terá esquema integrado de segurança em Brasília

A Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) definiu um esquema...

CPI do Crime Organizado: Senadores pedem quebra de sigilo bancário e fiscal da mulher de Moraes

Os senadores Eduardo Girão (Novo-CE) e Magno Malta (PL-ES)...

Projeto Mulheres no Campo abre 100 vagas de qualificação profissional em Brazlândia

Por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e...

Venezuela aprova flexibilização do controle estatal sobre a indústria petrolífera

A Assembleia Nacional da Venezuela, de maioria governista, aprovou...

‘Estamos em ano eleitoral, subindo nas pesquisas’, diz deputado após receber PF em casa

O deputado Eduardo Velloso (União Brasil-AC) afirmou nesta quinta-feira,...

notícias relacionadas

Decisão da Supercopa neste domingo (1º/2) terá esquema integrado de...

A Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) definiu um esquema especial de segurança para a partida entre Flamengo e Corinthians, válida pela Supercopa — competição...

CPI do Crime Organizado: Senadores pedem quebra de sigilo bancário...

Os senadores Eduardo Girão (Novo-CE) e Magno Malta (PL-ES) apresentaram um requerimento na CPI do Crime Organizado, no Senado Federal, pedindo a quebra de...

Projeto Mulheres no Campo abre 100 vagas de qualificação profissional...

Por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), o GDF abriu chamamento público para o preenchimento de 100 vagas destinadas aos...

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui