back to top
21.5 C
Brasília

As mais vistas
da Semana

Ex-marido de Maria da Penha e mais 3...

*Alerta: o texto abaixo aborda temas sensíveis como violência contra a mulher, violência doméstica e estupro. Se você se identifica ou conhece alguém que...

STF forma maioria para manter Vorcaro em presídio...

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria nesta sexta-feira, 13, para manter a prisão preventiva do banqueiro e dono do Banco...

Final do Candangão terá transporte e ingressos gratuitos...

A final do Campeonato Candango de 2026, marcada para o dia 21 deste mês, às 16h, no Estádio Nacional Mané Garrincha, terá transporte público...

Mendonça determina que presídio federal permita visitas de...

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça determinou que a penitenciária federal de Brasília permita visitas dos advogados do banqueiro Daniel Vorcaro...

Venezuela aprova flexibilização do controle estatal sobre a indústria petrolífera

A Assembleia Nacional da Venezuela, de maioria governista, aprovou por unanimidade nesta quinta-feira, 29, uma reforma parcial da lei de hidrocarbonetos que reduz significativamente o rígido controle estatal sobre as operações petrolíferas, vigente nas últimas duas décadas. A reforma cria maiores oportunidades para o setor privado e para o investimento estrangeiro e permite o reconhecimento da arbitragem internacional em disputas de investimento.

A reforma da lei, que entrará em vigor quando for publicada no Diário Oficial, foi promulgada pouco depois pela presidente interina Delcy Rodríguez em um evento televisionado com trabalhadores do setor petrolífero.

A reforma legal ocorreu quase quatro semanas depois que as forças militares dos EUA capturaram o então ditador Nicolás Maduro em uma operação em Caracas.

Essa lei “reafirma a soberania sobre nossos recursos energéticos”, disse a presidente, confirmando que recebeu um telefonema na quinta-feira do presidente dos EUA, Donald Trump, e de seu secretário de Estado, Marco Rubio.

Na conversa, foi relatado que “dentro da estrutura da agenda de trabalho que discutimos, estamos dando passos importantes e estamos falando sobre o fim das restrições ao espaço aéreo comercial da Venezuela, permitindo a entrada de todas as companhias aéreas que precisam vir e permitindo a entrada dos investidores que precisam vir”, acrescentou.

Em paralelo à aprovação da reforma legal, o Departamento do Tesouro começou oficialmente a flexibilizar as sanções ao petróleo venezuelano, que haviam prejudicado gravemente a indústria, e ampliou a capacidade das empresas de energia americanas de operar no país sul-americano. Este foi o primeiro passo nos planos delineados pelo Secretário de Estado americano no dia anterior.

Na quinta-feira, Trump também anunciou que reabrirá o espaço aéreo venezuelano para voos comerciais. As medidas tomadas pelos dois governos na quinta-feira estão abrindo caminho para outra mudança geopolítica e econômica radical na Venezuela.

O governo Trump mantém seus esforços para assumir o controle das exportações venezuelanas de produtos petrolíferos, alegando que isso beneficiará o povo venezuelano, bem como para revitalizar o setor em dificuldades, atraindo investimentos estrangeiros para o país sul-americano.

Trump assinou recentemente uma ordem executiva que visa garantir que as receitas da venda de petróleo venezuelano permaneçam protegidas contra seu uso em processos judiciais por parte de seus credores. A lei busca impulsionar a produção de petróleo e tornar o pagamento direto de royalties ao governo venezuelano mais flexível.

A reforma modifica e revoga uma série de impostos sobre a extração, estabelecendo um limite de royalties de 30% e permitindo que o poder executivo defina percentuais para cada projeto na fase de execução, com base nas necessidades de investimento de capital, competitividade e outros fatores.

Segundo informações, o investidor assumirá os custos operacionais e os riscos de financiamento.

O governo Rodríguez espera que as mudanças sirvam de garantia para as principais empresas petrolíferas americanas que até agora hesitaram em retornar ao país. Algumas dessas empresas perderam investimentos quando o partido governista promulgou a lei, que permanecia em vigor há duas décadas, para favorecer a estatal Petróleos de Venezuela SA (PDVSA).

A presidente interina afirmou repetidamente que a lei será “respeitosa” com a soberania do país, deixando claro que os campos de petróleo permanecerão propriedade do Estado venezuelano. Ela assegurou que se trata de “uma lei clara, com segurança jurídica, com regulamentações adaptadas às práticas internacionais neste setor”.

Apesar de possuir uma das maiores reservas de petróleo do mundo – estimada em cerca de 303 bilhões de barris, segundo o Escritório de Informação Energética dos EUA – a Venezuela enfrenta uma crise de longa data, agravada pela deterioração contínua de sua economia e pelo colapso de sua indústria petrolífera, principal fonte de suas receitas em moeda estrangeira.

Os críticos do governo atribuem o colapso do setor à má gestão e à corrupção na PDVSA durante os governos socialistas do presidente Hugo Chávez (1999-2013), antecessor e mentor político de Maduro.

O deputado da oposição Antonio Ecarri instou a assembleia a adicionar disposições sobre transparência e prestação de contas à lei, incluindo a criação de um site para tornar públicos o financiamento, os contratos e outros documentos e relatórios de gestão. Ecarri enfatizou que essas disposições também poderiam ser consideradas salvaguardas judiciais.

Essas garantias estão entre as principais mudanças que os investidores estrangeiros procuram ao considerar entrar no mercado petrolífero venezuelano.

As finanças da PDVSA também foram afetadas nos últimos anos pela queda dos preços do petróleo, por uma dívida externa enorme e pelas sanções dos EUA.

Em agosto de 2006, o governo Chávez realizou uma reforma na lei que promoveu a criação de joint ventures no setor petrolífero, revertendo os acordos operacionais e substituindo-os por parcerias com a estatal petrolífera PDVSA, nas quais manteve o controle majoritário dos projetos.

Enquanto empresas como a ExxonMobil e a ConocoPhillips deixaram o país e recorreram à justiça diante da onda de nacionalizações, empresas como a Chevron, entre outras, aceitaram a oferta de Chávez para criar uma empresa em conjunto com a PDVSA em termos que pareciam desfavoráveis.

A reforma incluiu a revogação de diversas leis, entre elas uma que regulamentava a participação privada nas atividades primárias de exploração de petróleo e outra que estabelecia termos e condições desfavoráveis ??para a criação e operação de empresas mistas.

*Este conteúdo foi traduzido com o auxílio de ferramentas de Inteligência Artificial e revisado pela equipe editorial do EstadãoSaiba mais em nossa Política de IA.

Últimas Notícias

PM morta em SP: tenente-coronel é preso suspeito de assassinar a mulher com tiro na cabeça

Alerta: o texto abaixo aborda temas sensíveis como violência...

Mulher morre e mais de 100 pessoas buscam hospital após comerem em pizzaria na Paraíba

Uma mulher morreu na manhã desta terça-feira, 17, na...

Desfile das escolas de samba abre comemorações pelos 66 anos de Brasília

O desfile das escolas de samba de 2026 abrirá...

Agências do trabalhador têm vagas com salários de até R$ 4 mil nesta quarta (18)

As agências do trabalhador do Distrito Federal oferecem, nesta...

Nos sigaRedes Sociais

255,324FãsCurtir
0SeguidoresSeguir
128,657SeguidoresSeguir
97,058InscritosInscrever

NewsletterAssine

Fique Ligado

Pesquisa Realtime/Bigdata: Flávio Bolsonaro tem 43% e Lula tem 34% dos votos em Goiás

Pesquisa Realtime/Bigdata realizada com eleitores do Estado de Goiás...

Israel anuncia que ministro da Inteligência do Irã foi morto

O ministro da Defesa de Israel afirmou nesta quarta-feira...

Presidente de CPMI pede reação do Congresso após Gilmar liberar Leila Pereira de depoimento

O presidente da CPMI do INSS, Carlos Viana, reclamou...

PF realiza operação integrada em SP e outros 14 Estados contra o tráfico de drogas e de armas

As Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (FICCO)...

PM morta em SP: tenente-coronel é preso suspeito de assassinar a mulher com tiro na cabeça

Alerta: o texto abaixo aborda temas sensíveis como violência...

notícias relacionadas

Pesquisa Realtime/Bigdata: Flávio Bolsonaro tem 43% e Lula tem 34%...

Pesquisa Realtime/Bigdata realizada com eleitores do Estado de Goiás sobre a disputa presidencial de outubro deste ano mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na...

Israel anuncia que ministro da Inteligência do Irã foi morto

O ministro da Defesa de Israel afirmou nesta quarta-feira (18) que o exército israelense matou o ministro da Inteligência do Irã, Esmail Khatib. Israel Katz...

Presidente de CPMI pede reação do Congresso após Gilmar liberar...

O presidente da CPMI do INSS, Carlos Viana, reclamou do que chamou de "precedente extremamente perigoso", após o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal...

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui